quinta-feira, agosto 11, 2011

Fome Emocional ... eu tenho, e você?

Oi amores....

Tô sem novidades hoje... só fiquei feliz pq semana que vem vou alisar os negros...kkk (cabelo) e que talvez a minha sogra venha passar o findi na minha casa (mas nada certo ainda)!
 A RA tá ma o meno...rss....
Tô meio tensa esses dias, pq nesse findi vai um pessoal almoçar lá em casa e eu ainda nem sei o que vou servir! Só sei que teremos sorvete de sobremesa (vishi)....
Eu li uma reportagem e achei interessante e vou deixar aqui pra vocês também... Por hoje é só! Bjos***

Aprenda a driblar a fome emocional

Conheça cinco estratégias infalíveis

Por Marcia Melsohn


Buscar conforto na comida para compensar tristezas e frustrações é uma atitude super comum, mas nem sempre a gente percebe que isso está acontecendo. E quando percebe, não consegue se conter. Nessas horas, os alimentos doces e gordurosos, por serem mais saborosos, são os primeiros a serem devorados num zás trás. “Essa fuga pode até proporcionar algum prazer, mas ele é momentâneo e vem sempre seguido de uma grande frustração”, diz a nutricionista Lara Natacci, mestre em comportamento alimentar pela Universidade de São Paulo (USP) e diretora da Dietnet Assessoria Nutricional, em São Paulo.

Felizmente, é possível se controlar diante da geladeira. Conheça cinco estratégias infalíveis:.

1- Identifique o que faz você comer mais – Faça um diário alimentar, relatando tudo o que ingeriu durante o dia, tomando nota até mesmo dos horários de lanches, refeições e eventuais beliscadas. Junto a esse registro, coloque também o sentimento que consegue identificar em cada um desses momentos ou um pouco antes disso –– tristeza, alegria, cansaço... “Ao lado de cada anotação, use uma escala de 0 a 10 para classificar a intensidade da fome”, recomenda Lara Natacci. Depois de alguns dias, observe e procure perceber o que você está comendo, quando e por quê. Trata-se de uma espécie de exercício de autoconhecimento que vai ajudar a frear os ataques de gula.

2-
Liste as atividades que gosta de fazer e substitua as guloseimas por uma delas. Nessa relação, devem entrar apenas o que realmente lhe dá prazer. Pode ser dançar, passear com o cachorro, ouvir música, andar de bicicleta, escrever, nadar, cantar e por aí vai. Procure incluir o maior número possível de opções. “Quando vier o impulso pela comida, olhe a lista e tente realizar uma delas”, ensina Lara Natacci. Você vai ver que, na maioria das vezes, dá para fazer essa troca sem dramas e perceber que não é fome o que de fato está sentindo.

3- Faça o teste da fome – Num sábado ou domingo, levante pela manhã e não tome café. Observe quais são as suas reações quando o apetite desperta. Dor de cabeça, um pouco de tontura, mau humor, fraqueza? “Depois desse exercício, quando tiver vontade de comer fora de hora, mas não estiver com uma dessas sensações, a pessoa vai saber que não é fome”, explica Lara. Claro que esse teste só deve ser feito uma vez. E, no dia a dia, ninguém vai precisar esperar por uma dessas reações para, só então, se alimentar. Mas, quando aquela gulodice incontrolável vier à tona, esse pode ser um bom termômetro para sinalizar que é chegado o momento de dizer não aos petiscos.

4- Não armazene guloseimas em casa – O primeiro passo é ir sempre ao supermercado de barriga cheia. Assim, salgadinhos e afins não vão parar no carrinho e na despensa. Sem os quitutes guardados no armário, vão sobrar itens mais saudáveis e menos gordurosos para se satisfazer num momento de fúria. “O risco de exagerar é sempre maior se esses alimentos estiverem ao alcance”, afirma a nutricionista Mariana Del Bosco, responsável pelo Departamento de Nutrição da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).

5- Evite riscar um determinado alimento do cardápio – Na hora de escolher o que comer, inclua sempre um mix de alimentos que fornecem todos os nutrientes de que precisamos, como vitaminas, minerais, gorduras, carboidratos e proteínas. Estudos provam que restrições severas provocam exageros depois, e o resultado acaba sendo bem pior. É aí que entra o famoso efeito sanfona. Por isso, não pense em cortar radicalmente açúcar ou chocolate, por exemplo. Basta diminuir o consumo. “Quando há a restrição, geralmente logo em seguida vem a compensação, e isso é péssimo”, diz a nutricionista Lara Natacci.

 


4 comentários:

Tassi Patinha Feia disse...

Boa Tarde Amiga
Passando pra te desejar uma linda tarde de muita garra, força e determinação.
Grande Beijo e fique com Deus

Ana disse...

Carol, eu também sofro de fome emocional, como muito por ansiedade, muito mesmo!
Comecei hoje meu processo de emagrecimento. É, não esperei a segunda-feira não. Estou me destralhando emocionalmente e também das gorduras que me levaram aos 108 kg. Não tenho filhos e adorei seu blog, vou seguir, tá?
Um beijo!!
Que Deus te abençoe nesta empreitada... aliás, NOS ajude!

Ana Christiane (Aninha) disse...

TENHO MUITAS FOMES AMIGA CAROL...TENHOP A EMOCIONAL...A FESTIVA...A CASUAL...A SAFADA...A COMPULSIVA...SÓ NÃO SEI O QUE É SENTIR FOME DE VERDADE...AQUELA TIPO DO ESTÔMAGO RONCAR...NEM ME LEMBRO!!!! BJUSSSS LINDONA...TENHA UM ÓTIMO FIM DE SEMANA

O desabrochar de Uma Rosa disse...

NOssa que bom que vc se da bem com a sua sogra .. A minha é uma peste...rsrsrsParabens pelos kilos eliminados e força na peruca ...Bjs